Livro Tempo : Saudades e Esquecimentos
É de uma forma simples de ver a vida, que Padre Fábio de Melo nos convida a lançar os olhos sobre o cotidiano, e nele descobrir a surpreendente presença de Deus. Com sua narração fortemente marcada pela poesia, ele nos conta histórias de todos nós. Histórias que nos fazem rir, chorar, pensar e depois, como ele, extasiados dizer: "Deus esteve aqui!"
Livro Amigo. Somos Muitos, Mesmo Sendo Dois
A vida fica muito mais bonita quando partilhada. Tanto as alegrias quanto as tristezas são realidades que não foram feitas para serem vividas na solidão. É na partilha do que é triste que nos preparamos para a superação, e é na partilha da alegria que nos tornamos capazes de prolongá-la no tempo. Nós sempre precisamos de amigos; gente que seja capaz de nos indicar direções, despertar o que temos de melhor e ajudar a retirar os excessos que nos tornam pesados. É bom ter amigos. Eles são pontes que nos fazem chegar aos lugares mais distantes de nós mesmos.
Livro Quem Me Roubou de Mim ?
Em 'Quem me roubou de mim?' Padre Fábio de Melo aborda uma violência sutil que aflige muitas pessoas - o sequestro da subjetividade. Essa expressão refere-se à privação que sofremos de nós mesmos quando estabelecemos com alguém, nas palavras do próprio autor, 'um vínculo que mina nossa capacidade de ser quem somos, de pensar por nós mesmos, de exercer nossa autonomia, de tomar decisões e exercer nossa liberdade de escolha'. Uma vez sequestrados, perdemos a capacidade de sonhar, ficamos impossibilitados de viver as realizações para as quais fomos feitos e não temos com quem reclamar. Precisamos, portanto, estar sempre atentos para que isso não nos aconteça pois, como escreve Padre Fábio - 'Nenhuma relação humana está privada de se transformar em roubo, perda de identidade, ainda que as pessoas nos pareçam bem-intencionadas. Um só descuido e as relações podem evoluir para essa violência silenciosa. Basta que as pessoas se percam de seus referenciais, [...] que confundam o amor com posse, que abram mão de suas identidades, e que se ausentem de si mesmas'.
Livro Mulheres de Aço e de Flores
´Mulheres de aço e flores representa a essência da mulher comum, a feminilidade no cotidiano, a inquietação e a sutiliza que lhe são corriqueiras. Pe. Fábio, de maneira interessante e profunda, por meio de histórias simples, consegue discutir questões elevadíssimas do ser humano, conflitos internos que só alguém com grande sensibilidade poderia fazer. Além disso, o autor consegue desvencilhar-se da sua figura de Padre e apresenta uma postura muito mais humana e compreensiva do que religiosa. Inevitavelmente, independente da crença do leitor, o livro se faz adequado, por meio de suas temáticas e questionamentos que nada mais são do que inquietações da alma. É maravilhoso sentir como padre Fábio ama o ser humano e suas Mulheres de aço e flores. Ler este livro é como receber um abraço´. Walcyr Carrasco
Livro Quando o Sofrimento Bater á Sua Porta
Quando o sofrimento bater à sua porta, é melhor você abrir...Em todas as culturas, o sofrimento humano figura como um dos assuntos mais recorrentes. Muitos ramos do conhecimento já se ocuparam dele. O sofrimento é naturalmente interessante. Ele nos instiga a uma aproximação respeitosa, pois parece condensar boa parte do significado da vida. Compreendê-lo nos oferece uma chave de leitura para todas as questões humanas. Afinal ele perpassa toda a problemática da existência. O sofrimento é o “lugar” onde reconhecemos nossa humanidade em sua crueza mais venturosa.
Livro Cartas Entre Amigos. Sobre Medos Contemporâneos
O livro traz reflexões sobre temas como - o medo da morte, da solidão, do fracasso, da inveja, do envelhecimento, das paixões, da falta de sentido da vida. Escrito em formato de cartas entre dois amigos, o livro resgata os valores do humanismo ao mesmo tempo que mostra a amizade de duas pessoas apaixonadas por filosofia, literatura e poesia
Livro Mulheres Cheias de Graça
O título Mulheres cheias de graça traduz a sutil atmosfera de ambiguidade que permeia os contos deste livro. “Graça”, ensina o dicionário, relaciona-se a dádiva, favor, benção, pureza, elegância e comicidade, entre outros significados – uma multiplicidade de sentidos refletida no caleidoscópio de personagens montado pelo autor. Jovens, maduras ou idosas, ingênuas ou reflexivas, românticas ou amargas, sensuais ou nostálgicas, as vozes narradas desfiam histórias que, de alguma forma, enveredam pelas diferentes definições da “graça”. Com notável talento, o autor impregna as personagens femininas de eloquente legitimidade, criando um painel de situações que tem como pano de fundo a busca humana pela graça maior da transcendência.
Livro Cartas Entre Amigos - Sobre Ganhar e Perder
As indagações do mundo real e a da própria vida diária levaram os amigos Gabriel Chalita e padre Fábio de Melo a se corresponderem por um meio quase esquecido em tempos de e-mails: as cartas escritas à mão. Dessa troca, desse diálogo entre os amigos, surgem de maneira quase iluminadora, respostas para muitas questões que a sociedade ainda espera. Das reflexões individuais de cada autor nascem as afinidades intelectuais de duas mentes motivadas e envolvidas com nosso tempo, e que trazem ao leitor referências - de textos escritos em outras épocas - que podem ser citadas em qualquer situação do mundo contemporâneo em que vivemos. Em Cartas entre amigos, sobre ganhar e perder, de Gabriel Chalita e Fábio de Melo, Machado de Assis, Castro Alves, Guilherme de Almeida, Graciliano Ramos, entre outros escritores, dialogam com as inquietações dos autores e mostram análises confortantes, que aliviam a aparente desesperança de viver no século 21. Já as citações de autoras em plena produção literária, como Adélia Prado e Nélida Piñon, permeiam o livro nos dando a sensação de ser entendido por alguém. Na carta inaugural do livro, Gabriel Chalita lembra como o conhecimento nasce da experiência pessoal, mas cresce pelo convívio e pelo respeito pelo outro. E ensina como a espera e a esperança dão significado à experiência e ao conhecimento, como por exemplo, na frase esperar é reconhecer-se incompleto. O livro demonstra que a esperança é por uma humanidade mais fraterna. Porque o mundo contemporâneo impõe o desafio diuturno de não desistir da pessoa humana. E essas cartas nasceram da aceitação desse desafio, de reinaugurar um futuro com mais solidariedade, empatia, compaixão, respeito e alegria. Para Fábio de Melo as páginas deste livro são páginas de preservação, um verdadeiro celeiro de palavras geradoras, já que ambos autores preservam vivas passagens da própria vida para compor este envolvente livro - destinado a conquistar os corações e as mentes de seus leitores.
Livro O Verso e a Cena
Este livro é o registro fotográfico de viagens pelo Brasil e o exterior (África Terra Santa Espanha...). Mas se revela mais do que isso o registro imagético de uma visão da vida ao aliar as suas belas e de certa forma surpreendentes imagens aos versos curtos ao mesmo tempo precisos e delicados que as comentam. Fruto como referido de viagens essa coleção de imagens se divide em alguns grupos temáticos evidentes como a orla marítima pedregosa flores a paisagem humana e vegetais ressecados. Falando do conjunto surpreendente a completa falta de exotismo do olhar do fotógrafo. Com exceção das faces humanas obviamente africanas mas ainda assim tomadas em sua humanidade de modo a eliminar ou transcender seu contexto cultural a paisagem física evita inteiramente os clichês. Não há fotos de animais selvagens tampouco de vastas amplidões vegetais. Em vez disso o olhar se concentra por exemplo nas bordas do continente fazendo um belo uso do contraste entre a pedra e a água. Se não há nessas imagens da orla pedregosa nada de evidentemente africano há muito de evidentemente belo. O enquadramento preciso e o controle da gama de cores entre o cinza o chumbo o azul e o verde aliados à grande luminosidade dão a esses registros físicos uma dimensão estética que não por acaso é a busca consciente do fotógrafo explicitada em vários versos do livro ("Em memória da beleza que nasceu cresceu morreu mas ninguém viu"). A beleza aqui não é porém encontrada apenas onde se espera encontrá-la como no mar turquesa ou em flores carregadas de cores. Talvez a série mais interessante do livro seja a central em que o olhar do fotógrafo se concentra em mais de um sentido em vegetais ressequidos como troncos mortos palha e folhas secas. A gama agora é toda do marrom e do cinza. O enquadramento e a composição por outro lado abandonam todo naturalismo e assumem um ângulo nitidamente "abstratizante" por vezes geométrico feito de linhas paralelas ou longas e suaves curvas. Por um lado os vegetais ressecados têm algo da permanência mineral. Por outro sua própria forma os "abstratiza" em geometria que a fotografia por sua vez perpetua. E isso nada tem de casual. Pois o padre-fotógrafo trabalha com ao menos duas lentes.
Livro Tempo de Esperas
Dois personagens, Abner e Alfredo. De um lado, um velho professor que resolveu refugiar-se numa vida simples, abandonando todas as glórias da vida acadêmica, e de outro, um jovem estudante de Filosofia, cujo sonho é alcançar o que professor resolveu abandonar. Num contexto de desilusões e esperanças, estes dois homens estabelecem uma instigante troca de correspondências. Através de confissões corajosas e sinceras, eles descobrem que muito mais que estarem em lados opostos do desejo, como se fossem o passado e o futuro de uma mesma existência, eles estão diante do desafio humano que nunca cessa: compreender o tempo das esperas.
Livro Orfandades - O Destino Das Ausências
Com uma narrativa envolvente, o autor nos convida a uma aventura literária que investiga a crueza e os avessos dos sentimentos humanos.
Através de personagens e lugares erigidos com os recursos da palavra a obra se desdobra pelos misteriosos territórios da solidão, o desamparo existencial do qual nenhuma outra presença pode nos livrar.
Radicado no ofício de conhecer de perto as dores do mundo, Pe. Fábio de Melo envolve o leitor num contexto de tramas surpreendentes.
Orfandades é um livro que nos fará chorar, pensar e sorrir.
Através de personagens e lugares erigidos com os recursos da palavra a obra se desdobra pelos misteriosos territórios da solidão, o desamparo existencial do qual nenhuma outra presença pode nos livrar.
Radicado no ofício de conhecer de perto as dores do mundo, Pe. Fábio de Melo envolve o leitor num contexto de tramas surpreendentes.
Orfandades é um livro que nos fará chorar, pensar e sorrir.
Livro É Sagrado Viver
A vida é narração. É nela que o mistério de Deus se traduz por meio de personagens reais, fatos concretos, cheiros e sabores. O cotidiano é a pauta e a teologia, o espelho através do qual queremos ver nossa atuação.
Em É sagrado viver, Pe. Fábio de Melo nos mostra a vida e seus desdobramentos mais significativos. Coisas pequenas, que aos olhos racionais podem parecer banais. O cotidiano como lugar de revelação: retratos e confissões de um coração humano que se esmera por transpor a superficialidade dos dias, descobrindo a dor cotidiana, a ironia necessária e o êxtase de dizer a cada instante: "Deus esteve aqui!".
Livro O Discípulo da Madrugada
Em 'O Discípulo da Madrugada', Padre Fábio de Melo nos apresenta um personagem religioso e bem-intencionado que tem sua vida modificada ao se tornar amigo de Jesus, antes de presenciar sua crucificação. Ao ouvir a pregação de Jesus, esse homem sente ruir a estrutura que até então dava sentido à sua vida. Desalojado em si mesmo, ele inicia uma aventura encantadora pelos caminhos da liberdade interior. Um personagem que tem um pouco de todos nós. Ou muito. É preciso observá-lo de perto, pois pode ser que o conheçamos bem. Pode ser até que a identificação seja tão profunda que, sem receios, possamos dizer - este sou eu.
Livro Crer ou não Crer
"Uma discussão imperdível O que pode dizer um homem que fez o voto de se dedicar a Deus a outro que está plenamente convencido de Deus não existe? O que pode ouvir um crente de um ateu? O que um ateu pode aprender? São questões assim que guiaram o encontro entre o padre Fábio de Melo e o historiador Leandro Karnal e resultaram neste livro. Um debate rico e respeitoso entre um cético e um católico que oferece uma referência importante aos brasileiros crentes e não crentes. Com coragem para provocar um ao outro e humildade para aceitar os argumentos, os autores discutiram pontos fundamentais, como se o mundo é melhor ou pior sem Deus e se a religião ajuda ou atrapalha. Questionaram o quanto a fé faz falta e discutiram as esperanças, os medos e a morte no horizonte de quem crê e quem não crê. Crer ou não crer é o resultado de muitas horas de conversa entre um dos padres mais amados do país com um dos mais populares historiadores. Uma obra que irá agradar e enriquecer milhões de leitores."














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